sexta-feira, junho 10, 2011

O que dizer?

Boa pergunta para iniciar uma pequena reflexão sobre estes últimos tempos.

Se olhar para trás, para os últimos 2 anos, uma conclusão é obvia - em tempos de incerteza, crise e insegurança o mundo é dos audazes e dos que têm a coragem de correr riscos.

Já me deram a "Medalha do Napoleão" quando em 2009 saltei de cabeça para uma coisa que ninguém sabia o que era e que dava pelo nome de AYR.

Loucura? Irresponsabilidade? Cansado de estar bem? Foram tantas as perguntas que me fizeram que confesso até esqueci quase todas. Fui louco por entrar num negócio que ninguém sabia bem o que era - confesso que talvez nem eu percebesse verdadeiramente a amplitudo do que estava a fazer. Mas quando o Carl Rohde me desafiou a isto estávamos, ele e eu, longe de imaginar o que conseguiríamos em 2 anos. E conseguimos muito.

O que dizer?
Que hoje somos uma realidade. Uma empresa, humilde, de estrutura reduzida, low profile QB que tem trabalhando para as melhores marcas, que tem criado projectos de sucesso inquestionável, que tem sido chamada às missões impossíveis e que se estruturou de forma profissional marcando um território no mundo do TrendsInnovation com metodologias próprias e com uma visão estratégica acima de muitas das Top Consultants do mundo.

Loucura quando decidimos atravessar o Atlântico e entrar no Brasil? Foi sim. Uma loucura saudável que levou um ano e meio a preparar mas que está a acontecer de forma rápida e eficaz. E que hoje não se pára.

Vêm aí mais duas loucuras - de uma equipa que hoje me completa com 5 pessoas em Lisboa e 3 em São Paulo. Que acredita que as loucuras que temos são saudáveis. Vêm aí mais duas. Em breve a 2Ynnovation chega ao mercado.

Temos, e eu pessoalmente, corrido riscos que só quem nos acompanha diariamente sabe quais são e como são geridos e digeridos. Acreditamos que a nossa fórmula é de sucesso. Se falhar (não falharmos - se eu falhar) uma coisa ninguém me tira. O gozo, a experiência e a aprendizagem de em 2 anos termos feito uma consultora de actuação mundial que em qualquer mercado luta de igual para igual com as melhores networks. Sem medo. Mas com grande sentido de foco nos resultados dos nossos clientes. Muitos são aqueles a quem devemos tudo e que pela confidencialidade de uma consultora não os referimos. Mas são eles que me/nos fazem trabalhar e viver 18 horas por dia a AYR e o Science of the Time.

O que dizer?
Que somos um Case. Ainda júnior. Mas um Case. Digo aos meus alunos que o sucesso de um negócio qualquer que seja passa em 90% por acreditarmos que é possível. A AYR é a prova de que quando acreditamos é possível. Com esforço, com trabalho, empenho e muitas horas de sono perdidas, refeições mal feitas, familias abandonadas nos fins de semana, férias não tiradas. Mas somos um Case. Quanto mas não seja para nós próprios.

E aqueles que por motivos diversos não gostam de ver a AYR a crescer (eu sei quem são e o que os motiva) façam-ME o favor de continuar a odiar-nos. Só nos dão mais força. E nós gostamos. O que seria se todos gostássemos do preto? O branco ficva abandonado...

O que dizer? Que coolhunting há dois anos quase não existia em Portugal e hoje faz parte da giria de universidades (ainda que alguns professores falem dele sem ainda terem vivido o CooHunting) e das empresas (ainda que alguns marketeers e top managers ainda não tenham vivido a 100% a experiência TrendsInnovation).

O que dizer? Que vivemos o slogan do Johnnie Walker - Keep Walking. Nós é mais Keep Running.

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